Minas é Cruzeiro na Copa do Brasil. E vice-versa

Essa classificação foi conquistada na raça e o sonho do penta da Copa do Brasil está mais vivo do que nunca.

Como disse o Thiago Neves após a partida contra o Palmeiras: “Cruzeiro é tetracampeão disso aqui. Tem que respeitar”.
Agora, mais que antes, a Copa do Brasil é só decisão para nós.

Independente das trapalhadas de Gilvan, Bruno e diretoria; ou das escolhas e decisões equivocadas do Mano, a torcida precisa apoiar e abraçar esse time. Essa classificação foi conquistada na raça e o sonho do penta da Copa do Brasil está mais vivo do que nunca. Como já escrevi aqui no ESPN FC, o Cruzeiro se sobressai da qualidade de seus atletas e confio nos jogadores e na torcida. Após eliminamos o segundo grande paulista do torneio, todas as fichas do Cruzeiro agora vão estar, e devem mesmo estar, na Copa do Brasil.

Temos de ter em mente que temos totais condições de chegar e conquistar o quinto caneco da competição. No Brasileirão estamos a 18 pontos do líder e, no máximo, vamos brigar para ficar no G6 da competição. Foi bonito de ver o Mineirão com mais de 40 mil apaixonados pelo Maior de Minas. Em resumo, gostei do jogo, mas não gostei do Cruzeiro em si. A partida teve intensidade e muita vontade, mas faltou algo que para mim é essencial: bola. Talvez pelas três partidas sem vencer no Brasileirão e pelo jogo de ida em São Paulo, achei o Cruzeiro excessivamente cauteloso. Bem ao estilo ‘Manobol’.

Um futebol pragmático, cauteloso, em certo ponto até irritante e com o regulamento embaixo do braço podendo empatar até por 2 a 2.
Provavelmente teremos o Grêmio pela frente. Essa semifinal será uma pedreira. O time gaúcho é uma equipe madura, muito entrosada, que toca bem a bola e consegue marcar com intensidade. Para chegar à final é preciso mais bola do que o jogo do Mineirão contra o Palmeiras.

Em 2016, fomos eliminados por esse mesmo Grêmio do Renato Gaúcho. Espero que Mano e seus comandados consigam tirar algumas lições desse episódio e assim escrevam um capítulo diferente do que foi no ano passado. E como escreveu o meu grande amigo Alisso Guimarães, no site do Cruzeiro: “a gloriosa e pesada camisa celeste entortou o varal mais uma vez”. E que continue assim até o título da Copa do Brasil.

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