Marina Ruy Barbosa fala sobre sua personagem “Eliza” do conto de fadas moderno

Marina Ruy Barbosa

Marina Ruy Barbosa é a protagonista Eliza da novela ‘Totalmente Demais’…

Sobre a novela: Totalmente Demais’, que retrata histórias de superação e transformação. Como em um conto de fadas moderno, é por meio da esperança que os personagens encontram forças para transformarem seus sonhos em realidade. Cenários opostos são o pano de fundo da trama, que circula entre os bastidores de uma revista de moda, a “Totalmente Demais” (com todo o glamour que a cerca), e a realidade de moradores de rua que com muita criatividade inventam profissões para se sustentarem. A novela estreou no canal internacional da Globo no dia 9 de novembro, nas Américas. Escrita por Rosane Svartman e Paulo Halm, tem direção-geral de Luiz Henrique Rios e direção de Marcus Figueiredo, Noa Bressane, Luis Felipe Sá, Thiago Teitelroit.

Mariana Ruy Barbosa 

O que é que é totalmente demais nessa novela?
Tudo! A equipe, o elenco, a história. É um conto de fadas moderno. Tem ação, romance, comédia. Uma história de esperança e transformação. Eu acho que neste momento difícil que a gente está vivendo, com tanta coisa acontecendo, é bom assistir a uma história que traz a sensação de que tudo pode mudar e que as coisas podem dar certo sim.

A história da ‘Eliza’, sua personagem, é uma história de transformação?
É. A Eliza é uma menina sonhadora, romântica, mas que teve uma vida dura e complicada que fez com que ela se tornasse mais arredia. Até que as coisas começam a mudar para ela.

Como nos contos de fadas, ela foge de um padrasto cruel (Paulo Rocha), para ser resgatada, não por um, mas por dois príncipes. Ou será que um deles é um sapo?
Tem um príncipe e um sapo nessa história. A gente não sabe quem é, mas vai descobrir. Mas são os encontros com o Jonatas (Felipe Simas), e com o Arthur (Fábio Assunção), que vão abrir o coração dela e proporcionar a grande transformação.

Você acredita que as vezes é preciso mudar tudo para fugir de um pesadelo, ou para perseguir um sonho?
Eu acho que a gente tem de acreditar nos sonhos, no que a gente quer e lutar por isso. No caso da Eliza, ela saiu de casa fugindo do padrasto, sem ajuda de ninguém, sem conhecer ninguém no Rio, para onde ela foi. Não foi o melhor jeito. Mas a verdade é que seguindo a intuição dela, o que começou dando errado, acabou dando muito certo. Então, eu acho que devemos sim ir atrás daquilo que a gente acredita.

Para compor a Eliza, que começa sendo uma moradora de rua, você realmente foi vender flores na Lapa (bairro do Rio de Janeiro). Como foi essa experiência?
Incrível! Muita gente não me reconheceu e isso foi superimportante. Muita gente me tratou mal e outros nem olhavam. A gente aprende que realmente pode ficar invisível. E quem mora na rua sente isso, que o outro olha, mas não vê.
Isso foi importante para você achar a Eliza?

Muito importante. A história dela, o ambiente em que ela vive, é muito diferente do que eu estou acostumada. Poder sentir de fato o que essas pessoas passam, me ajudou muito a entrar em cena com mais certeza e segurança.

A Eliza é muito jovem, mas já vem com uma grande bagagem emocional. Como você a construiu? Menina ou mulher?

Ela é uma menina, mas com a força de uma mulher. Ela é guerreira, é batalhadora, mas tem os seus medos. Ao longo da trama ela vai crescer e virar mulher de verdade.
O seu figurino está sempre no foco do público, mas dessa vez como moradora de rua você tem um visual bem largado, isso te diverte?

Muito, eu acho muito bacana e importante fazer personagens que nos tiram da zona de conforto. Para mim, estar ali com outra cara, com um figurino bem diferente do que eu estou acostumada, de cara lavada e cabelo manchado, me faz ter outro registro. É muito bom para mim como atriz poder me ver de uma forma diferente

Creditos: Rede Globo

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