hotel no Japão tem empregados robôs e hóspedes não precisam de chave

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com as malas, um robô-transportador calcula a rota para o quarto e leva-nos a bagagem.

Um hotel no Japão tornou-se no primeiro do mundo a utilizar tecnologia de reconhecimento facial para permitir a entrada dos hóspedes nos quartos.
No «Henn na Hotel» («Hotel Estranho», traduzido a partir do inglês), a esmagadora maioria dos «funcionários» são máquinas.
Os clientes são recebidos por robôs em forma de uma mulher, de um andróide e até de um dinossauro.
Cada quarto tem um robô com capacidades semelhantes às da Siri, respondendo a perguntas sobre o estado do tempo, ou dizendo que horas são.
Em vez de chaves ou cartões magnéticos, os hóspedes apenas têm que mostrar o seu rosto para entrar no quarto. O algoritmo de reconhecimento facial faz o resto do trabalho e abre a porta.
Se precisar de deixar algum pertence valioso no cofre, pode entregá-lo no espaço devido e assistir enquanto um braço mecânico coloca a salvo os seus bens.
E quando chegar a hora de ir para o quarto com as malas, um robô-transportador calcula a rota para o quarto e leva-nos a bagagem.
O serviço de quartos é cumprido por um robô, que o hóspede pode convocar através de um tablet, dispensando o telefone.
Hideo Sawada, gerente do estabelecimento que abre amanhã em Sasebo, Nagasaki, diz que o recurso aos robôs não é apenas decorativo.
Trata-se de um sério esforço de utilizar tecnologia e melhorar a eficiência, enquanto poupa nas despesas laborais.
O responsável espera que os robôs possam cumprir cerca de 90% das tarefas.
Cuidar da segurança do hotel e fazer as camas, eis duas coisas que os robôs não fazem.
O estabelecimento está integrado no parque de diversões Huis Ten Bosch, aponta a imprensa britânica.

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