Hillary Clinton aparece com 50% das intenções de voto em nova pesquisa

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Hillary Clinton

Candidato republicano, Donald Trump detém 37% de preferência entre os eleitores americanos, segundo levantamento

Uma nova pesquisa de intenção de voto das eleições presidenciais dos Estados Unidos mostrou a candidata democrata, Hillary Clinton, com vantagem de 50% – 13 pontos porcentuais à frente do candidato republicano, Donald Trump.

A pesquisa foi conduzida pela Universidade Monmouth e havia mostrado no mês passado uma disputa acirrada entre os dois candidatos, com 45% das intenções de voto em Hillary e 43% em Trump. O resultado da pesquisa simboliza uma solidificação da vantagem de Hillary sobre Trump que começou a despontar após a convenção do partido Democrata, quando a candidatura da ex-secretária de Estado foi oficializada. Ao mesmo tempo, Trump passou a ver sua quantidade de eleitores cair depois de atacar a família de um ex-oficial muçulmano das Forças Armadas americanas que morreu na guerra do Iraque em 2004.

De acordo com Patrick Murra, diretor do Instituto de Pesquisa Independente da Universidade de Monmouth, a vantagem de Hillary pós-convenção foi bem maior que a de Trump nas mesmas circunstâncias. “Um número significativo de eleitores saiu dessa convenção sentindo-se desconfortáveis com a ideia de ter Donald Trump como presidente”, afirmou Murray.
A pesquisa entrevistou 803 eleitores por telefone entre os dias 4 e 7 de agosto e tem uma margem de erro de 3,5 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Imposto de renda – A candidata do Partido Democrata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, divulgou, nesta sexta-feira (12), as declarações de imposto de renda dela e do marido para forçar o adversário Donald Trump a fazer a mesma coisa.

Donald Trump ignorou os apelos para divulgar o imposto de renda no dia em que Hillary revelou que o casal Clinton ganhou US$ 10,6 milhões e pagou 43% de imposto em 2015. O republicano alega que está passando por uma auditoria, mas a Receita afirmou que isso não é um impedimento.

Depois de chamar Hillary e Barack Obama de fundadores do Estado Islâmico, Trump voltou atrás: disse que estava sendo sarcástico. Hillary Clinton divulga imposto de renda para provocar Trump. Candidato ignorou os apelos para divulgar o imposto de renda. Trump corrigiu declaração de que Obama e Hillary fundaram Estado Islâmico.

Aí vão três motivos que explicam o inferno astral do bilionário: a imprensa mostrou que a acusação é falsa; 70 republicanos pediram para o partido parar de financiar a campanha de Trump, que está em queda livre nas pesquisas.

Trump deu a entender que pode perder a disputa e ter de tirar longas férias. Vendo o adversário em maus lençóis, Hillary comemora, mas também não é só sorriso. A divulgação de novos e-mails mostra que, quando era secretária de Estado, a chefe de gabinete dela também fez trabalhos para a Fundação Clinton, que administra bilhões de dólares.
Os republicanos denunciam conflito de interesse; a campanha da democrata nega.

A imprensa também faz cara de surpresa, acompanhando essa campanha fora do comum. Hillary abriu vantagem em quatro estados decisivos, e se firmou como favorita, mas é Trump quem continua roubando a atenção.

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