Doze pessoas foram mortas por homens armados que invadiram a revista satírica francesa ‘Charlie Hebdo’.

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Manifestação em homenagem aos mortos do ataque à revista Charlie Hebdo no Largo do Machado, no Rio de Janeiro

Por  Antônio Machado

ATENTADO II – Fontes judiciais ouvidas pela France Presse confirmaram a morte de 4 importantes cartunistas franceses no ataque: Wolinski, Charb, Cabu e Tignous os terroristas moradores de rua assassinaram 12 pessoas na revista ‘Charlie Hebdo’ em Paris. Com gritos  “vingamos o profeta”, o que pode significar que o ato foi motivado pelas sátiras do semanário com a figura do profeta islâmico Maomé. Em 2011, a revista já havia sido alvo de um ataque, naquela época  ficou caracterizado como um ataque a liberdade, voltando acontecer  no decorrer da ultima edição da revista publicada profeticamente. O desenho trouxe o título “Ainda não houve ataques na França” irritando um militante islâmico que expressou: “Espere”!

As capas da Revista na sua maioria não satirizava apenas Maomé, mas também Jesus Cristo, os papas Francisco e Bento XVI, cardeais do Vaticano, ativistas do Fêmen e o presidente francês François Hollande foram retratados de forma cômica. Para o humorista Ziraldo os cartunistas eram muitos corajosos fazendo dos seus desenhos uma legitima arma em defesa da “Liberdade de Expresão”, lutando contra a “Liberdade de Expressão”, mas a sátira anti-establishment da Charlie Hebdo ia além da religião: a revista tirava sarro da extrema direita francesa, de aspectos do catolicismo e do judaísmo. Depois fugiram de carro, bateram em outro veículo e precisaram abandonar seu carro. Eles renderam um motorista e fugiram em outro carro. O episódio, classificado como um ato terrorista pelo presidente francês François Hollande, ainda tem questões não esclarecidas. Eles ainda são procurados e são perigosos, segundo as autoridades. O Ministro do Interior da Françax, Bernard Cazeneuve, disse que três suspeitos são procurados. O atentado considerando o maior atentado nos últimos 40 anos,

Em depoimento ao jornal “L’Humanité” a desenhista Corinne Rey, colega dos jornalistas mortos  foi abordada pelos terroristas na entrada do prédio do “Charlie Hebdo”. Ela teria sido poupada do massacre “por ser mulher”. Disse também que os dois homens mascarados “falavam francês perfeitamente”.

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