Camelô que virou banqueiro ensina a tirar vantagem da crise

banca-ao-banco

David Portes já foi cortador de cana

“Você acreditaria na possibilidade de um camelô se tornar milionário? Eu acreditei. 

David Portes já foi cortador de cana, vendedor de amendoim, motorista, pedreiro e morador de rua. Em 1986, desempregado e com o equivalente a R$ 12 no bolso, começou a vender balas no Centro do Rio e nunca mais parou de negociar.

Suas ideias criativas para atrair a clientela em uma banca de camelô conquistaram o mundo. Hoje, aos 57 anos, é dono das empresas Talk About, D!Marketing, AD POP e Investicomm, além de rodar o planeta dando palestras sobre a sua história de superação. Agora, o empresário se prepara para dar o maior passo da carreira: abrir um banco.  É da banca para o banco  brinca, sem perder a simplicidade herdada dos pais, que se sustentaram cortando cana em Campos dos Goytacazes.

O banco virtual Umclub tem previsão de lançamento para janeiro de 2017, e traz uma proposta que promete incomodar os bancos comuns.   Não terá taxa de assinatura e nem anuidade. E, além de ter cartão gratuito, o correntista vai participar de um clube de vantagens. Já temos 300 estabelecimentos cadastrados em nossa rede credenciada, que vai oferecer descontos em compras  promete. A trajetória de David rumo ao sucesso não foi rápida nem fácil. Mas o ex-camelô, que não concluiu o ensino fundamental, dá a receita do sucesso: acreditar em si mesmo, ser criativo e trabalhar duro.

Em sua banca, montada na Avenida Presidente Wilson, David desenvolveu estratégias de marketing e vendas — sem nem mesmo se dar conta do que estava fazendo.  Em 1990, quando linhas telefônicas eram artigo de luxo, usou dois orelhões próximos à banca para criar serviço de delivery. Dois anos depois, quando a internet ainda engatinhava, montou um sistema de e-commerce, para receber pedidos pela internet. No mesmo ano, dividiu a banca em setores, como uma loja de departamentos, e passou a fazer promoções e sorteios. Em tempos de crise, ele vê oportunidades e defende que ninguém desista dos sonhos. É preciso tirar o “s” da crise, e deixar só a palavra crie. Leia as dicas no site do jornal.

Notícias Relacionadas

Faça Um Comentário

O seu email não será publicado. Os campos requeridos estão marcados com *

A Semana » Developed by Truejump