Brasileiros terão entrada rápida de viajantes na imigração americana

entrada-597A presidente Dilma Rousseff anunciou, em um pronunciamento conjunto com o colega dos Estados Unidos, Barack Obama, a assinatura de um acordo entre os dois países para facilitar a entrada de “viajantes frequentes” brasileiros no território norte-americano.
O ingresso do Brasil no programa Global Entry, a ser concretizado até a primeira metade de 2016, permite a entrada nos Estados Unidos sem passar pelas filas de imigração, em casos específicos. “Agradeço ao presidente Obama porque nós decidimos facilitar a entrada nos Edstados Unidos de viajantes frequentes do Brasil no âmbito do programa Global Entry”, disse Dilma. A medida não isenta os brasileiros de requisitarem visto para entrarem em território norte-americano. Isso, segundo comunicado divulgado pelas duas chancelarias, será trabalhado paralelamente. “Os presidentes comprometeram-se a trabalhar conjuntamente para que se cumpram os requisitos tanto do Programa de Dispensa de Vistos dos Estados Unidos quanto da legislação brasileira correspondente, de modo a permitir viagens sem vistos de cidadãos brasileiros e norte-americanos entre os dois países”, diz o documento.
O que é o Global Entry? É um programa que permite liberação rápida no controle de passaporte no momento da chegada aos Estados Unidos.
O viajante entra nos país passando por quiosques automáticos em vez de funcionários da imigração. No entanto, para poder usar o sistema, é necessário fazer um cadastro antecipado que é pré-aprovado somente para pessoas consideradas de baixo risco pelas autoridades americanas.
Ainda assim, a imigração se reserva o direito de parar os participantes do Global Entry caso julgue necessário. Pessoas que tenham sido condenadas por qualquer tipo de crime ou que tenham infringido as regras de imigração de qualquer país automaticamente ficam excluídas do programa. O custo de adesão é US$ 100 por 5 anos.
Até o momento, o Global Entry estava disponível somente para cidadãos dos Estados Unidos, Alemanha, Países Baixos, Panamá, Coreia do Sul, México e Canadá (neste caso, por meio do programa canadense equivalente, o Nexus).

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