Assassinato do executivo foi arquitetado pela própria mulher

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Eliezer Aragão da Silva, que assassinou o executivo Luiz Eduardo de Almeida por R$ 3 mil

Eliezer Aragão da Silva, que assassinou o executivo Luiz Eduardo de Almeida por R$ 3 mil, afirmou que um dos mandantes do crime disse a ele que o diretor comercial era pedófilo. Segundo o criminoso, teria sido mais fácil matar a vítima por esse motivo.

Luiz Eduardo foi morto com três tiros na última segunda-feira (1º), na Avenida Berrini, na zona sul de São Paulo. Seu assassinato foi arquitetado por um ano pela própria mulher, a professora de português Eliana Freitas Barreto, e o amante dela, o inspetor de segurança Marcos Fábio Zeitunsian.

O contato com o assassino foi feito por Marcos, que mentiu sobre o valor para a cúmplice e pediu que Eliana fizesse um empréstimo bancário de R$ 7 mil. Foi ele quem também disse ao assassino, que não chegou a receber  o dinheiro, que o executivo era pedófilo.

O inspetor de segurança enganava a amante havia anos, pois ela achava que sua relação era exclusiva: segundo a polícia, ele tinha uma noiva e outras quatro namoradas.

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