A modernidade chegou aos fabricantes de terrorista

charge 575Por Antonio Machado

Também sou “Charlie Hebdo“ no meu mundo e você? Na sua rua, no seu bairro, na sua cidade, no seu estado, no seu país também poderá ser “Charlie”! Na semana passada o mundo dos terroristas ganharam os noticiários, a internet e as redes sociais: “Je ne suis pas Charlie” Toda causa tem um efeito, o jornal/revista Charlie Hebdo motivado pela “liberdade de expressão” e a coragem de seus profissionais que foram rotulados como “heróis” ou de os “gigantes” do humor politicamente incorreto”. As charges polêmicas do Charlie Hebdo passaram no decorrer dos tempos uma legitima “Bomba relógio” por dois motivos centralizados na intolerância e a religião muçulmana radicalizada pelos princípios e retratada nas edições do jornal. Condenações generalizadas sejam no contexto dos atentados violentos como aconteceu e vai continuar acontecendo, seja em Paris ou mesmo na Nigéria na cidade Maiduguri onde uma criança de aproximadamente 10 anos com explosivos que foram amarrados ao redor do corpo dela, explodiu em um mercado movimentado na cidade de Maiduguri, matando pelo menos 16 pessoas e ferindo mais de 20. grupo militante sunita Boko Haram revoltados que querem reviver um califado medieval na Nigéria. A França tem 6,2 milhões de muçulmanos. São, na maioria, imigrantes das ex-colônias francesas. Esses muçulmanos não estão inseridos igualmente na sociedade francesa. A grande maioria é pobre, legada à condição de “cidadão de segunda classe”, vítimas de preconceitos e exclusões. Para alguns analistas o terrorismo continua sendo terror ampliado após os atentados do World Trade Center,
A modernidade chegou aos fabricantes de terrorista, muito semelhante a uma produção industrial que vai da matéria prima ( atualmente crianças 12 a 18 anos) até o produto final (Bomba Humana). A miséria com falta de liberdade somada com a lavagem cerebral é organizada no processo de formação de um mártir islâmico! Recrutamento de crianças para serem treinamento militar do movimento islâmico no interior do Paquistão alimenta o aliciamento das crianças onde as facções terroristas prometem a elas uma série de “prazeres celestiais”, como recompensa pelo “sacrifício”. No céu, elas acreditam que viverão em meio a festas, e na companhia do Santo Profeta.

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